De vez em quando antitética, só para não ser paradoxista; noutras prefiro a metáfora ao invés de uma simples comparação, porém há momentos no qual deixo o hiperbolismo dominar-me, quase esquecendo que o eufemismo gera menos frustrações. As vezes ao tentar tornar-me menos sinestésica, minha vida parece rodar num hipérbato incomparável e talvez seja esse o real motivo de todas os meus pleonasmos sentimentais.
